FESTIVAL ARTE MEDICINA MARIA FLOR CHEGA À SUA 3ª EDIÇÃO COM O TEMA “TRAVESSIAS” EM IBITIPOCA
Nasce em Minas Gerais um movimento que transforma dor em propósito e amor em ação. O Festival Arte Medicina Maria Flor é mais do que um evento cultural — é um convite à consciência, à cura e à construção de um novo olhar para a vida, especialmente entre crianças e jovens.
O festival surgiu à partir de uma história real, profunda e transformadora: a perda de uma jovem de 21 anos, Maria Flor — uma alma sensível, conectada às medicinas da floresta, às músicas de rezo e à espiritualidade. Sua partida, marcada por um contexto de relacionamento abusivo, despertou um chamado urgente por reflexão, acolhimento e educação emocional.
Dessa dor nasceu um propósito: criar um espaço seguro e consciente onde a arte, a cultura e as práticas integrativas possam atuar como ferramentas de cura, prevenção e transformação social.
Idealizado por Rosane Barros, mãe de Maria Flor de amor, o festival carrega em sua essência a força de uma mãe que transformou a dor da perda em um movimento coletivo de cuidado, consciência e vida.
Há três anos, o festival vem florescendo e fortalecendo essa missão. Em 2026, chega à sua terceira edição com o tema “Travessias” — um convite a reconhecer os caminhos internos e externos que atravessamos ao longo da vida, ressignificando dores e abrindo espaço para novos começos.
A edição deste ano acontecerá nos dias 1, 2 e 3 de maio, em Ibitipoca, distrito de Lima Duarte (MG), em meio à natureza e à energia única da região, proporcionando uma experiência ainda mais profunda de conexão, presença e cura.
O Festival Arte Medicina Maria Flor propõe uma imersão que integra música medicina, vivências terapêuticas, rodas de conversa, práticas corporais, expressões artísticas e atividades especialmente voltadas para crianças e jovens. O objetivo é semear consciência desde cedo — fortalecendo o amor-próprio, a escuta emocional e relações mais saudáveis.
Mais do que um encontro, o festival é um movimento de vida. Um espaço onde famílias são acolhidas, onde o cuidado com a saúde mental é prioridade e onde o amor se manifesta como base para reconstruir histórias.
Ao trazer à luz temas urgentes como violência emocional, relações abusivas e a importância do diálogo, o festival se posiciona como um agente de transformação social, utilizando a arte como linguagem universal de conexão e despertar.
O nome Maria Flor não representa apenas uma homenagem, mas um símbolo vivo de tudo aquilo que continua florescendo: a força do amor, a delicadeza da alma e a potência de transformar dor em cura coletiva.
Contato: 32 99976-4835



