JULHO AMARELO

O Julho Amarelo foi instituído no Brasil por meio de uma lei federal que entrou em vigor no ano de 2019, a Lei n 13.802, de 10 de janeiro. A lei estabeleceu julho como mês de conscientização sobre as hepatites virais, afirmando também que a campanha será realizada em cooperação com o Sistema Único de Saúde (SUS).
Essa campanha é realizada durante julho porque nesse mês se celebra uma importante data para o combate às hepatites virais: o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, celebrado em 28 de julho. Por conta disso, tal mês fica marcado por diversas ações relacionadas à doença.
A campanha tem como objetivo principal informar a população sobre os diferentes tipos de hepatites virais (A, B, C, D e E), suas formas de transmissão, prevenção e tratamento, além de incentivar a testagem e a vacinação.
Durante o mês, órgãos governamentais e entidades não governamentais realizam campanhas educativas, distribuição de folhetos, divulgação de cartazes, iluminação de prédios públicos com luz amarela e atividades em escolas e hospitais. O foco é conscientizar a população sobre a gravidade das hepatites, formas de prevenção, importância da vacinação e acesso a testes e tratamento.
O Julho Amarelo é, portanto, uma iniciativa essencial para reduzir a mortalidade e complicações das hepatites virais, promovendo saúde pública e educação sobre doenças silenciosas que afetam milhões de pessoas no Brasil e no mundo.
A iniciativa, representada por um laço amarelo, reforça a importância das ações de vigilância, prevenção e controle das hepatites virais. Essas doenças são um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo.
As hepatites virais são infecções silenciosas que afetam o fígado e podem causar desde sintomas leves até complicações graves, como cirrose, câncer de fígado e morte. A hepatite C, por exemplo, é considerada uma das maiores epidemias da humanidade e é a principal causa de transplantes de fígado. A campanha busca reduzir a incidência dessas doenças, promovendo diagnóstico precoce e tratamento adequado, o que aumenta significativamente as chances de cura e prevenção de complicações.
A prevenção das hepatites envolve medidas como:
Vacinação: disponível para hepatite A e B pelo Sistema Único de Saúde (SUS), sendo a vacina contra a hepatite B indicada para bebês e pessoas de todas as idades.
·Uso de preservativos em relações sexuais.
·Evitar compartilhamento de objetos cortantes como lâminas, seringas, canudos e equipamentos de manicure, tatuagem e piercings sem esterilização adequada.
·Testagem regular, especialmente para grupos de risco, incluindo gestantes, para prevenir transmissão vertical.
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