CINE PARADINHA

Há um ano, o Movimento Agroecológico de Lima Duarte – MOVA, o Movimento Cultural Somos Arte – SOMA e o Instituto Candeia de Cidadania deram início às sessões mensais de cinema, resgatando a atividade cineclubista de quando o Candeia foi fundado, há aproximadamente 15 anos, já com a demanda da revitalização da Estação como desejo. O Projeto é um cineclube, que passa principal e preferencialmente filmes sobre Lima Duarte e, depois, faz uma roda de conversa, de poesia e de música, com microfone aberto, de forma que o bate papo e essas linguagens artísticas se integrem e aproveitem a dimensão do espaço público – a Estação Paradinha, recentemente revitalizada.
A primeira sessão foi em abril de 2024, com sessões mensais. Os objetivos são de exibir a arte, a cultura e os costumes da população e ser um ponto de encontro em local público. As sessões contam com 15 a 20 pessoas, com algumas indo mais gente. É uma ação totalmente coletiva, sem um coordenador. É conjunta de dois movimentos da cidade: o de Agroecologia (MOVA) e o de Arte e Cultura (SOMA), viabilizado pelo Instituto Candeia.
A iniciativa conta com o apoio da Prefeitura, que empresta a mesa de som, divulga, libera o espaço público e viabiliza a energia elétrica. Mas ainda faltam recursos para equipamentos próprios e cada integrante empresta o que tem para divulgação e para fazer exibições itinerantes. A partir de junho, vão iniciar sessões semanais, mas sempre na Paradinha, agora aos sábados. A sessão do dia 29 de abril foi dedicada à vida e à obra de Angela Falcometa, uma das mais pujantes expressões artísticas da cidade.
Um dos organizadores, Fred Cardoso, ressalta que o Cinema é uma potente expressão artística, que tem o elemento de experiência coletiva como um dos mais significativos, quando acontece em forma de cineclube. “Proporciona trocas de sentimentos, debates sobre as obras e seus conteúdos e também colabora com as relações sociais”.
No caso do Cine Paradinha, são exibidos, preferencialmente, documentários limaduartinos, que vêm pintando um mosaico de acontecimentos, eventos, pessoas daqui. “Que o cinema corra pelas ruas da cidade, assim como o Rio do Peixe corre pela nossa cidade”, destaca Fred.
Divulgação:
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